quinta-feira, 6 de junho de 2013

Olá, de novo!

Confesso...

Sou fraca.
Sempre desisto.

E então, a profissional muito bem remunerada que cuida dos meus nervosos perguntou "Quando você estava na faculdade havia alguma coisa que quisesse fazer, mas que abria mão por falta de tempo?". "Não" - Respondi.

Menti.

"Sim. Entrei na faculdade desejando ser escritora. Na primeira semana de aula, entrei na biblioteca da UEM e tranquei esse sonho no porta-volumes. Perdi a chave. Ficou lá."

Hoje, ensino centenas de cérebros a escreverem [sonharem]. Repetindo: não tranquem os seus sonhos por aí, não tranquem os seus sonhos por aí, não tranquem os seus sonhos por aí...

Aí, assistindo a esse filme:




Tive a certeza. [Referência cinematográfica que aprendi com meu namorado: um cavalo aparece]. XSOHEAVY precisava voltar.

VOLTOU.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

É grande... mas cabe em um fusca.


“A direção é mais importante do que a velocidade”
Se alguém pode testemunhar sobre esses dois, esse alguém sou eu. Conheço-os de cabo a rabo, literalmente. Me arrisco a dizer que fui um dos motivos responsáveis pela conquista. Sou um ícone, tenho história, e cheiro de vida. O adjetivo para o meu cheiro talvez não seja "bom", nem "gostoso", ou algo assim. Tenho cheiro de vida bem vivida, e ponto. Não sabia que Ela existia. Nenhuma novidade, Ele não costuma me comunicar as coisas. As vezes me pede para colaborar, não colocar ninguém para fora. Mas, quando eu sei que a coisa não é boa, mando embora sem piedade. Me basta uma curva, um trovão, uma oportunidade. Sou importante, posso decidir quando lhe falta lucidez. Sou seu amigo, companheiro, conheço seus segredos. Estava lá nos acontecimentos mais importantes, abriguei seus melhores amigos e a graça de todas as histórias. Ele é meu, e não ao contrário. Pareço um fusca, mas sou um lápis.

Então, numa quarta-feira ensolarada [não precisava do sol, era bonito mesmo se não houvesse luz], fui surpreendido com o horário de despertar. "Vamos amigos, vamos nos divertir!", "Mas ainda é tão cedo... é tarde, mas é cedo, para onde vamos hoje?", "Para um lugar em que não existem expectativas". Ele repetiu para Ela essa história de falta de expectativa centena de vezes. Quem Ele pretendia enganar? Uma pessoa alimentada por pessoas não suporta a existência sem expectativas. Em baixo das suas unhas não existem bactérias, existem expectativas. Boas, más, Ele nunca me contou. Ele nunca contou para Ela. Só o que sei é que enquanto eu verdadeiramente não tinha expectativa nenhuma, só curiosidade, senti o calor das suas pernas, o peso do seu corpo, o movimento do seu quadril, o cheiro da sua pele, pela primeira vez. "UAU! Bela bunda!", pensei. Bem nutrida, oponente, ocupando toda parte reservada para ela - a bunda. Entrou, se encaixou, sorriu. Não sei se sorriu, imagino que sim, estava concentrado demais no nosso contato. Ela podia grudar em mim, eu seria feliz. Desejei poder tocar músicas melhores, talvez uma que dissesse o quanto sua pele é de leite condensado, seu cabelo dourado com marrom, seu corpo de violão. Mas, minha origem limita a trilha sonora, portanto eles escolheram conversar. O mundo ficou em silêncio, e eu procurei ser sonoramente invisível. Sabe quando existe muito para ser dito, mas ainda não chegou a hora? Pois é, fiquei com vontade de estapear as costas dele "Seja homem!". Certamente Ela não ficaria ali para sempre, objetos não tem sorte na vida...
Ela entrou. Saiu. Entrou. Saiu. Me machucou algumas vezes, demoramos para acertar alguns detalhes físicos. Mas, cada vez que ouvia sua risada, abrigava a sua bunda, automaticamente estava perdoada. Até que um dia Ela não voltou mais. Desconfiei quando também carreguei sua mala. Por que Ele a deixou partir? Quem iria ocupar o seu lugar? Eu não tinha resposta, Ele não conversava comigo. Só havia uma solução: começar uma guerra. Não importava quantas vezes ele trocasse os meus pneus, eu iria sabotá-lo. "Não quero mais me movimentar e quem manda aqui sou eu!" pensei. E se colocasse outra em seu lugar, jurei enforcá-la com o cinto que está ali para garantir uma suposta segurança. Nenhuma outra estará segura no meu interior. Em mim, ninguém mais terá vez. Sentia falta da graça que Ela nos trazia. Até que em um dia Ela voltou. E depois saiu. E depois entrou, de novo. E saiu. E entrou. E estamos assim agora, sem nenhum acordo, nos encontrando esporadicamente. Essa falta de regularidade me mata, e as vezes faço birra para puni-lo. Fico animado quando lembro que Ela existe para nós, e aguardo ansioso o dia em que Ela ficará para sempre. Esse dia vai chegar, não vai? Me diga que sim e que não vai demorar. Mais eficaz que combustível... essa menina.
Tudo é muito legal, mas a realidade me cansa, não favorece minha beleza. Eu preferia que fosse um filme, inverossímil, um lugar onde os fuscas tivessem voz. Eu preferia que tudo acontecesse exatamente do jeito que escrevo. Ontem me mandaram parar de brincar de Deus, de querer controlar todas as coisas. Eu não posso. Não consigo. Inacreditavelmente, nunca tive controle sobre a história que esse lápis, esse fusca, esse desejo, escreveu no último mês. As coisas aconteceram, e cresceram, e se multiplicaram, e ficaram gigantes, e já sou pequena demais para abrigá-las. Porque eu, Deus, achei que estava administrando a velocidade: um passo de cada vez, sem ansiedade, um pouquinho por dia. Mentira! Nossos desejos, sentimentos, impulsos, são acelerados. Somos assim e finalmente somos um Nós assim. E não vou reler quando terminar, quero que seja tão espontâneo quanto todas as outras coisas importantes. Quero apelar sem ter vergonha de o fazer. Ninguém precisa se envergonhar de coisas tão boas, tão raras, tão tão TÃO. Tenho presentes: minha saudade, meu amor. Parece pouco, mas é tudo o que posso oferecer agora. Nessa velocidade... talvez um dia ofereça a minha vida. E a palavra do resto do mundo perdeu a força, porque as coisas que vejo nos seus olhos são como a gasolina para o seu fusca.

Só posso dizer isso uma vez ao dia, ou uma vez na semana [ainda não compreendi a frequência que você determinou]. Só posso dizer o que sinto por sentir tão imensamente, embora não seja sua exclusividade. O meu amor é seu, mas também é dele. Porque enquanto você estiver no meu coração, espero também tê-lo na minha garagem... Eu te amo.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Para o "você" da minha vida ♥


Você é uma linda surpresa!
 
O mundo, ainda que ao contrário, parece conspirar por nós. Porque só pode ser ele o responsável. O mundo nos quis juntos quando colocou você numa moderna e minúscula possibilidade de contato. Na verdade, o mundo começou a nos unir quando o colocou naquele gramado, irradiando luz. E quando vi, poetizei. "Ah... se ao menos eu tivesse a chance". Quase senti que seria importante, mas não imaginei que teria toda a importância. E agora, com encanto, como dar o melhor de mim? Porque é só o que essa luz merece. Porque tenho o dom de reconhecer o valor das coisas, aquilo que se destaca. Você quebrou todas as expectativas antes mesmo de eu tê-las. Você é a personificação da palavra EXPECTATIVA. E você é o "você", o "ele", o "nós" de tudo o que escrevo, de tudo o que eu vivo e até do que não vivo. Gosto de você de um jeito egoísta. Quero guardar num lugarzinho onde só eu possa acessar. Ao mesmo tempo, quero gritar o quanto me orgulho e o quanto é bom ser sua. Então, pára de tentar me calar! Me deixa contar para todos, escrever um livro, pintar um quadro,  gravar um filme, fazer uma exposição com fotos nossas. Isso não acontece duas vezes... precisa ser eternizado em arte. Arte. É só o que precisamos fazer juntos. Você é tão certo que nos falta coisas erradas. Então, procuramos nas banalidades motivos para discutir. Nessas pequenezes eu sinto você me mandar embora. Mas, nunca vou deixar. Porque, segundo clichês, "entre tanta gente chata, sem nenhuma graça, eu encontrei você". Sempre vamos ser nós e já comprei armas, construí muros para nos proteger. Vou lutar contra todas ex-namoradas malignas. Sei que quer tanto quanto eu nos transformar em personagens. E esses personagens, um dia... [continua].

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O mundo tem salvação

Um brinde a uma vida que sempre pode te surpreender!
 
Depois de passar loooongos dias reclamando, praguejando, desejando ter feito outra escolha. PLAFT! [onomatopéia que representa um tapa da cara da vida]. As brincadeiras de escolinha da minha infância começam a fazer sentido. Gostaria, mesmo, de compartilhar a alegria dessa tarde de sexta-feira. Hoje, eu e minha companheira maluquinha, ministramos uma aula linda. Tudo saiu como o planejado, e não consigo descrever a deliciosa sensação de observar aquelas cabeças doidas APRENDENDO. Eles aprenderam! Eles aprenderam! Eles aprenderam! *saltitando de felicidade*
 
E como se não bastasse essa conquista épica, descobri que um dos meus alunos tem um autógrafo ORIGINAL dos Beatles. Já posso chorar de emoção?
 
É... Pode ser que minha vida não tenha salvação... mas o mundo sim (:

terça-feira, 21 de agosto de 2012

E esse ciúme que bate no meu coração...


O método pelo qual me inspirei a escrever esse post foi extremamente didático. Quase uma sequência ensinada em cursinhos pré-vestibular: como escrever uma boa dissertação?  Aparece um tema, depois você faz uma pequena pesquisa intelectual, lê textos de outros gêneros na mesma temática, constrói sua opinião pessoal, escreve as ideais em tópicos e depois, finalmente, redige o texto.

Nas últimas semanas me apareceu um tema recorrente: o ciúme. Li uma reportagem sobre ciúme doentio como razão de crimes numa revista. Fiz uma pesquisa de opinião com algumas amigas da faculdade. Formei uma tese pessoal sobre como funciona o ciúme no mundo/o ciúme em mim. Escrevi tópicos mentais. E agora, afinal, redijo o texto.

Eu, Gabriele, sou uma ciumenta e não tenho vergonha de admitir. Não gosto, é claro, mas, também não me envergonho. A verdade é que o meu ciúme faz parte do conjunto. É uma peça fundamental, afinal me acompanha desde a primeira infância. As minhas barbies eram ciumentas [e até hoje não entendo porque, mas também eram lésbicas]. Sinto ciúme da minha mãe desde o útero. Sinto tanto ciúme do meu pai que quando criança tinha um pesadelo recorrente de que ele arrumava suas coisas e ia embora, optando por morar com sua outra filha [eu sou filha única!]. Na adolescência, comecei a sentir ciúme dos meus ídolos - "Eu sou Gabriele Johns porque gosto muito mais do Daniel Johns do que você", "Incubus é a MINHA banda preferida!". Foi então que o pior aconteceu: o meu primeiro namorado.

Estava plantada, então, a semente do ciúme amoroso. Hoje é uma flor negra, entre tantas outras mais bonitas, no jardim do meu coração. Especificamente no meu caso não consigo associar ciúme com falta de autoestima. Afinal, sempre tive uma excelente autoimagem e quase sempre um feedback positivo do mundão lá fora. Amorosamente, só não sinto ciúme quando não me importo. Tive muitos relacionamentos, mas só me apaixonei duas vezes: essa e outra. E de uma forma insana tenho menos razões, mas a intensidade desse sentimento é maior. Então concluo: Eu realmente me importo com você [no caso, o meu namorado]. Mais do que deveria, menos do que gostaria, me importo de uma forma gigantesca.

Mas, ciúme do que, afinal?
Nunca soube. E espero algum dia descobrir a resposta. Analisando racionalmente sempre dei mais motivos/fui mais motivo, do que tive motivos para o ciúme. Ainda assim, me acompanha constantemente. A verdade é que esse sentimento só habita corações ignorantes. Coisas acontecem independente dele. Coisas acontecem exatamente do jeito que são para acontecer. Sentir ou não sentir ciúme de uma pessoa não faz dela menos ou mais minha. Não é isso que faz uma pessoa permanecer. Ciúme parece corrente, mas é repelente!

Aprendo a lidar com ele, mas não pretendo viver sem. Por sua causa já vivi brigas homéricas que terminaram lindamente transbordas de um prazer infinito [hum, e isso é muuuuuito bom!]. Quando usado com maturidade, o ciúme é uma arma para o bem. Quando digo arma, digo proteção. Acho que vou registrar a idéia de produzir ciúme em frasco de inseticida... Seria um sucesso no combate as periguetes que no mundo de hoje se proliferam feito baratas!

Sinto ciúme de um jeito um pouco meigo, lúdico. Não sofro no plano da realidade, por isso não o vejo como razão de um crime. Já no plano das ideias... Quando imagino uma "barata" subindo pelo ralo do banheiro na casa do meu namorado agarro minha vassoura imaginária e esmago o seu corpinho até que toda aquela gosma verde seja colocada para fora. Ouço aquele barulhinho da asinha quebrando e a alma da desgraçada descendo para o inferno. Não era mais legal quando estava quietinha no esgoto? Pois é, nada de baratas por aqui!

A verdade é que quando se está num relacionamento que só valoriza o que há de melhor em você até o ciúme pode ser uma coisa boa. Tudo, o que há em mim, com ele, é uma coisa boa. Sinto ciúmes sorrindo, acordo de bom humor na TPM, cantarolo músicas melosas quando deveria estar em silêncio, sinto vontade de dançar na chuva, plantar uma árvore, escrever um livro, ter um filho... só falta me dar mais sorte no truco (:
É, perdi o foco por um momento, voltando...

Manchete: "Jovem atira em adolescente por ciúmes da ex-namorada". Triste. Na minha vida só tem lugar para notícias como: "Jovem ataca namorado... com beijos", "Guerra de travesseiros deixa namorada sem ar por três segundos", "Com ciúme do vizinho, namorado resolve convidar a companheira para morar com ele". E que os outros sentimentos do meu coração não fiquem com ciúme, outro dia eu também disserto sobre eles.  

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Gabriele está OFFLINE


Eu só queria contar que estou emocionalmente travada, dessa forma não consigo escrever. Já tentei, não sai nada, nem um bilhete, nem uma lista de supermercado. 

Também gostaria de lembrar que sou uma pessoa que faz escolhas erradas desde sempre. 

- Ora por mim?
- Já faço isso todas as noites. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O sensato reflete, O sábio duvida, O ignorante compartilha suas dúvidas e reflexões


Pode seguir a tua estrela, o teu brinquedo de 'star'
Fantasiando um segredo no ponto a onde quer chegar 
O teu futuro é duvidoso eu vejo grana, eu vejo dor                                                       
No paraíso perigoso que a palma da tua mão mostrou 
Quem vem com tudo não cansa!

Cazuza, meu bem, você realmente sabe das coisas (;

Vivi a semana atormentada por uma dúvida. Passamos tanto tempo juntas, nos tornamos tão íntimas que resolvi nomeá-la de Martelada. Cada vez que surgia, nas horas mais inoportunas, funcionava mesmo como uma Martelada gigante no meu cérebro. Ser ou não ser, eis a questão. Ir ou ficar, eis a questão. Ó dúvida cruel. Ó dúvida sem jeito. Ó grande e divina Martelada!

E como se não fosse atormentação suficiente, beirando o fim da semana, surge uma dúvida em outra pessoa. E não suficiente em também duvidar, o individuo faz questão de compartilhá-la comigo. Calma aí, rapaz! Eu já tenho minha Marteladinha, fique você com a sua. Se ainda fosse uma dúvida coerente, produtiva, mas não. Enfim, não poderia esperar nada de diferente de você. Estou rindo antecipadamente da síncope nervosa que você sofrerá ao ler esse post. E o mais legal é que vou projetar uma nova dúvida: "Será que isso é uma indireta para mim?".

Indireta, não. É uma direta das mais certeiras. E dessa vez é para você. Porque graças ao seu narcisismo acordei de muito bom humor. Dormi rindo, acordei gargalhando. As pessoas ficam perdendo tempo assistindo vídeos de StandUp e repetindo memês, sendo que a coisa mais engraçada do mundo é ver um ser humano se auto humilhar a troco de nada. A verdade é que "se o cara nasce mané, cresce mané, morre mané... OH OH OH". Não lembrava da sua existência até o instante do compartilhamento da dúvida. Salvo os momentos em que minha amiga usava seu nome como exemplo comparatório para outras pessoas bizarras e decepcionantes. A verdade é que você virou uma espécie de parâmetro. Sempre sendo menosprezado por outros nomes tão desimportantes quanto. Mas, foi divertido. E também consigo compreender que ao passar tanto tempo falando sobre mim, você espera que eu também fale sobre você. Seu pedido é uma ordem! Sempre admirei sua inteligência, apesar de ser bem mal aplicada. Aproveito o momento para dizer que não, você não é tão bom quanto diz, você não tem tantas coisas quanto diz, você não é um partido alto. Você é um cara do interior. E caras do interior jamais serão convidados para a minha vida na cidade grande. Não sofra. Pelo menos você sabe traduzir Psycho Killer, eu não.

Muito muito muito muito melhor
Fu fu fu fu fu fu fu fu fugir

É tão triste não saber se divertir.

Mas, voltando ao que realmente importa [no caso, qualquer outra coisa no mundo], a tal da dúvida da semana. Para saná-la realizei inúmeros testes: 'se eu olhar no relógio e o último número for ímpar, vai dar certo!', 'se meu telefone apitar nos próximos cinco minutos, vai dar certo!', 'se chover sapos, vai dar certo!'. Enfim, sofri de ânsias da ansiedade. Até que, milagrosamente, veio a lucidez. Jamais saberei se vai dar certo, se vai ser bom, se essa é realmente a minha vontade, se as expectativas serão alcançadas, se as primeiras emoções realmente já foram consumidas, etc, etc, etc, se eu não fizer. A dúvida só vai embora depois da experiência. E honestamente, não tenho certeza absoluta se estamos lidando com uma dúvida, embora eu até tenha dado um nome para ela, enfim. Ou, se é mais uma espécie de 'coisa que eu quero muito, mas estou insegura e com a sensação de que alguém utopicamente/teoricamente perfeito está aprontando uma para mim'. [Será que isso é um sinal de que ando sendo muito maltratada pela vida, ou o extremo oposto? - Fica aí uma outra dúvida para a próxima semana] Não seria a primeira vez que a sociedade sambaria na minha cara, mas vamos lá. Me deixa tentar, me deixa descobrir. Só quero compartilhar alegrias [não é só o que eu quero, mas faz de conta]. Não é atoa que estou cantarolando essa música. Me deixa, vai. Me deixa seguir a tua estrela, a minha estrela, o nosso brinquedo de 'star'.