Aqui eu vou divagar, devagar. Contar como é ser tão mar, ser mar e sertão. Por enquanto, enquanto ser sou Gabriele: não sou um pouco, sou muito. Estudo Letras, mas aprendo Vida. Moro longe de mim, tenho síndrome de Peter Pan e vivo três anos em três dias. Minha intensidade é proporcional ao meu quadril. Sou grande, tentando ser inteira. Escrevo, mesmo que você não precise ler. Mas, se ler, não se limite a decodificação. José Saramago recomenda "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."
Tenho poucos vinte e dois anos e muita história para contar. A principal delas - talvez a que eu mais deva compartilhar - é a de como com apenas duas décadas de vida consegui me dividir e multiplicar, ao mesmo tempo! Primeiro eu virei metade, depois, duas. Duas Gabrieles, ao mesmo tempo? Penso que o mundo não comporta. Muitas vezes sou mais barulhenta que um rojão, mais chorona que carpideira bem paga, mais louca que Jim Morrison interpretando The End. Outras vezes, sou uma princesa, a boneca da mamãe, não sei de onde brota tanta fragilidade. Sou e deixo de ser, o tempo todo com a diferença de que agora eu quero contar. Porque eu preciso. Eu preciso contar, preciso refletir sobre cada coisa, e transformar em "literatura". Porque quem sabe assim consigo deixar minhas histórias mais bonitas, ou pelo menos, eternizá-las.
Aqui começo.
Corto a faixa vermelha de inauguração e proponho um brinde de champanhe.
[explosão de fogos de artifícios imaginária].
Aqui começo.
Corto a faixa vermelha de inauguração e proponho um brinde de champanhe.
[explosão de fogos de artifícios imaginária].
Primeira?
ResponderExcluir*fogos de artifícios*
Linda, li como se você estivesse falando ao meu ouvido. Muito engraçado.
Uma maneira muuuuito Gabriele de escrever! Estou louca para ver o que virá a seguir.
Boa sorte em seu blog! Espero que goste desta experiência tanto quanto eu.
Beijinhos
<3
Sucesso ai moça!
ResponderExcluirFogos de artificios de comemoraçao, nasce ma escritora!!! ^^