quinta-feira, 2 de agosto de 2012

"Perdão Deus, mas eu vou pecar!"


Eles não eram 3. 
Eles eram 2 + 1. Difícil identificar qual dos dois se apodera do solitário número 1, e qual está abrigado no 2. Ainda vamos descobrir. Espero! 
Quando, numa noite, a inquietude pede espaço, ela já vai adiantando "Perdão Deus, mas eu vou pecar!". 
Decidida a dizer não, gritar, "Chegou o dia de dizer tudo e dar um ponto final", um sorriso goupeia seus joelhos. 

São risadas, gargalhadas. Não sei se outra pessoa seria capaz de provocar cócegas na sua barriga. E no meio de tudo, a cabeça pára, a sirene toca, o letreiro Warning Sign se acende. Então, pouco a pouco, independente do contexto, a pessoa mais linda e simples invade a sua mente. Começa uma guerra. Afinal, quem está disposto a aguardar por uma coisa que talvez não dê em nada? E piora quando, apesar de sua simplicidade, parece não se importar. Em comum? Excesso de interesses próprios - Um para o bem, outro para o mal. Com propriedade esse debate foi induzido. Mas vai dar. Mas vai dar. Mas vai dar. Já disse que VAI. DAR. No final, é tudo uma questão de dar ou não dar. Nós, sempre lidando com extremos. 

A grande questão é o que fazer com os longos dias que passou desejando uma cena e agora que Ele está ali, com o mundo numa bandeja para oferecê-la, ela recusa: "Perdão, mas eu vou aguardar!" 

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